quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

1ª Formatura dos alunos da AFLAMA, JA, DBV e AVT

1ª Formatura dos alunos da Academia de Formação de Líderes da Associação Maranhense.
Durante um anos jovens de todas as idades, moças e rapazes lutaram, batalharam, se motivaram, mais valeu a pena.
Muitos foram chamados e poucos os escolhidos.
Quando: 11 de Dezembro de 2011
Que horas: 19h30min
Quais áreas: JA, DBV e AVT
Onde: Calt I
Você que deseja estudar e se preparar para desenvolver uma liderança devidamente preparada, prepare-se, em breve estarão abertas as inscrições para AFLAMA 2012.



...Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Divisão da Bíblia em Capítulos e Versículos – Pontuação


A afirmação de que a Bíblia escrita nas línguas originais, não se apresentava dividida em capítulos e versículos é um ponto pacífico entre os estudiosos das Escrituras.

A primeira divisão conhecida para o texto hebraico são as seções conhecidas como sedarins. Para que nas sinagogas, em um período de três anos, se lesse todo o Pentateuco, este foi dividido em 167 sedarins.

Nos primeiros séculos o Novo Testamento estava dividido em três partes: os Evangelhos, as epístolas e os Atos, e a Revelação.

No terceiro século os Evangelhos foram divididos em duas espécies de capítulos: os maiores eram chamados “tíltloi” ou resumos; e os menores “kefálaia”, ou capítulos. Estas foram primitivamente introduzidas por Amônio, por isso são chamadas divisões amonianas.

Divisão  Eusebiana

Primeira Visão de Ellen White


Esta visão foi dada logo depois do grande desapontamento de 1.844, e foi pela primeira vez publicada em 1.846. Apenas poucos dos eventos do futuros foram vistos nessa ocasião. Visões posteriores foram mais completas.
Sendo que Deus me tem mostrado as jornadas do povo do advento para a Santa Cidade e a rica recompensa a ser dada aos que aguardarem o seu Senhor quando voltar de Suas bodas, pode ser de meu dever dar-vos um breve esboço do que Deus me tem revelado. Os queridos santos têm de passar através de muitas provas. Mas a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação – enquanto não olhamos para as coisas visíveis, pois as coisas visíveis são temporárias, mas as invisíveis são eternas. Tenho procurado apresentar um bom relatório e algumas uvas da Canaã Celestial, pelo qual muitos me apedrejariam, da mesma forma como a congregação desejou apedrejar Calebe de Josué por seu relatório. (Núm. 14:10). Mas eu vos declaro, meus irmãos e irmãs no Senhor, que esta é uma terra muito boa, e devemos subir para possuí-la.
Estava em Portland, em visita à Sra. Haines, irmã em Cristo, cujo coração estava enlaçado ao meu. Cinco de nós, todas mulheres, estávamos ajoelhadas silenciosamente no culto da família. Enquanto estávamos orando, o poder de Deus me sobreveio como nunca o havia sentido antes.
O Espírito Santo me sobreveio, e parecia estar cercada de luz, e pareceu-me estar subindo mais e mais alto da escura Terra. Voltei-me para ver o povo do advento no mundo, mas não o pude achar, quando uma voz me disse: “Olha novamente, e olha um pouco mais para cima.” Com isto olhei mais para o alto e vi um caminho reto e estreito, levantado em lugar elevado do mundo. O povo do advento estava nesse caminho, a viajar para a cidade que se achava na sua extremidade mais afastada. Tinham uma luz brilhante colocada por trás deles no começo do caminho, a qual um anjo me disse ser o “clamor da meia-noite” Mat. 25:6. Essa luz brilhava em toda extensão do caminho, e proporcionava claridade para seus pés, para que assim não tropeçassem. Se conservavam o olhar fixo em Jesus, que Se achava precisamente diante deles, guiando-os para a cidade, estavam seguros. Mas logo alguns ficaram cansados, e disseram que a cidade estava muito longe e esperavam nela Ter entrado antes. Então Jesus os animava, levantando Seu glorioso braço direito, e de Seu braço saía uma luz que incidia sobre o povo do advento, e eles clamavam: “Aleluia!” Outros temerariamente negavam a existência da luz atrás deles e diziam que não fora Deus quem os guiara tão longe. A luz atrás deles desaparecia, deixando-lhes os pés em densas trevas; de modo que tropeçavam e, perdendo de vista o sinal e a Jesus, caíam do caminho para baixo, no mundo tenebroso e ímpio.

Recreação ou diversão?


Qual Dessas duas palavras se encaixam nas atividades físicas e sociais que os jovens devem fazer? Qual sentido delas?Na verdade as palavras são muito parecidas porém, existe uma diferença notável entre elas, que nos ajudam à entender o porque e como devemos agir.Vamos procurar definir cada uma delas? No dicionário a palavra “diversão” significa entre outras coisas: “divertimento, entretenimento, distração:” não no sentido educativo, construtivo, e sim, passar o tempo, gastar o tempo, abusar do tempo. Isto sem falar de que tipo de diversão, que pode ser as mais diversas possíveis, sem oferecer contudo, algo valioso para quem se diverte.

Não que deixamos de usar a palavra, algo pode ser divertido no sentido de ser alegre e engraçado mas, sempre deve ser construtivo e nunca leviano, hilariante, uma chacota. Como disse o sábio Salomão: “para o insensato, praticar a maldade é divertimento.” Prov.10:23. E falando em bíblia, existem mais três textos referindo-se a diversão:

1. Êxodo. 32:6,7 - Pôr ocasião da adoração ao bezerro de ouro, ele “beberam, comeram, e se divertiram.” No verso 7, a Bíblia classifica essa atividade de corrupção;
2. Juizes. 16: 25,27 - três vezes aparece a palavra neste versos. Como pode ver, numa situação de humilhação, deboche. Você gostaria de estar numa festa dessa? De uma forma ou de outra, este tipo de festa acaba sempre em desastre, como realmente acabou;
3. l.Corintios. 10: 7 - O apóstolo neste verso exprime numa palavra e de forma profunda, aqueles que procuram estas atividades vazias em si mesmas como uma “idolatrias”. A idolatria da auto-satisfação, o desejo egoísta do coração.

“Quem se diverte sempre, nunca se diverte.” Pietro Caracciolo. “Que não devemos viver neste mundo simplesmente para nosso próprio divertimento, para nos agradar a nós mesmos.” Ellen G. White. (T.S. Vol.1, pg. 283). “Devemos encaminhar o espírito em sentido diverso daquilo que é superficial e sem importância, que não tem solidez.” Idem. Alguns conselhos de Ellen G. White para que evitemos algumas formas de diversões tais como:

• Jogos nos quais acaba sendo envolvido dinheiro. M.J. 392;
• Jogos de cartas e outros jogos de azar. M.J. 379,380,392;
• Freqüência ao teatro e a ópera. P.P. 459,460;
• Danças. M.J. 392,390;
• Eventos esportivos e competições comercializadas. M.J. 213;
• Televisão e vídeo com apresentações teatrais ou produções que não estejam diacordo com os padrões cristãos. P.P. 459, 460.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Plano Fácil de Leitura da Bíblia

Você não pode ter uma religião genuína, saudável, consistente, sem leitura diária da Bíblia. A Bíblia é a fonte da vida cristã; é o pão espiritual. É o alimento que faz crescer a fé, e que a torna mais profunda e mais esclarecida. Vamos repetir aqui, como exemplo, a experiência de D. L. Moody, o grande pregador: “Eu orava pedindo fé, e pensava que um dia a fé haveria de descer como um raio sobre mim. Mas a fé parecia nunca chegar. Um dia li nas Escrituras: ‘A fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus’ Rom. 10:17. Eu abri a Bíblia e, desde então, a minha fé tem crescido mais e mais.”

Não basta ficar ouvindo outros falarem sobre a Bíblia nos sermões de sábado, ou ler a respeito da importância da Bíblia. É necessário um acesso pessoal à Palavra. É preciso beber água para satisfazer a sede, e não apenas saber de cor a composição química da água. Em religião o que vale é o envolvimento direto, constante, e experimental da pessoa com Deus e com Sua Palavra, e não teorias apenas.

Mas vamos à prática: Como ler a Bíblia e perseverar em sua leitura? A Igreja, tradicionalmente, tem aconselhado o plano do Ano Bíblico, que consiste em ler a Bíblia toda durante o ano. Três capítulos por dia, e cinco aos sábados. Muitos se beneficiaram com esse plano. Conheço pessoas que leram vinte, trinta vezes a Bíblia, seguindo o Ano Bíblico. E muitas continuarão seguindo o Ano Bíblico, e serão abençoadas com isso. Mas uma grande maioria que começa o Ano Bíblico desiste logo no segundo ou terceiro livro da Bíblia. E desistem porque atrasam na leitura por ser um pouco longa, e acabam desanimando, já que não vão conseguir ler a Bíblia no correr do ano.

Nossa sugestão, portanto, é o plano de um capítulo diário da Bíblia. Só um capítulo por dia. Começando do Gênesis e indo até o Apocalipse. Essa leitura sistemática, do começo ao fim da Bíblia, é importante porque dá uma visão completa da Bíblia. Do contrário, a pessoa só escolherá os livros mais interessantes, tais como os Salmos e os Evangelhos, deixando de ler os restantes livros da Bíblia. E Paulo diz que tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito. Para organizar melhor sua leitura e torna-la mais eficiente, siga as seguintes sugestões:

Escolha um lugar silencioso para essa leitura.

Faça uma breve oração pedindo a Deus que o abençoe na leitura de Sua Palavra.

Leia com atenção um capítulo da Bíblia.

Use uma agenda anual para registrar sua leitura, na página de cada dia. Se não tiver agenda, use um simples caderno, e coloque a data de leitura. Lembre-se de que a leitura deve ser diária.

Escolha um versículo do capitulo, e copie-o na página do dia, com o título de “Verso áureo”. O fato de você registrar o capítulo lido, e copiar o “verso áureo”, ajuda-o a fixar em sua mente a leitura feita.

Terminada a leitura, ajoelhe-se e faça uma oração a Deus, com seus pedidos e agradecimentos.

Quanto ao horário da leitura, pode variar de acordo com sua disponibilidade de tempo. Se for de manhã, é sempre melhor. Se não, pode ser durante o dia, ou à noite, antes de deitar. O Importante também é que essa leitura da Bíblia se torne um hábito em sua vida. Assim como o alimento ou o trabalho. Se por alguma circunstância você deixar de ler um dia, não desanime. Continue no dia seguinte. A meta é você ler os 365 dias do ano. Mas o grande objetivo mesmo é seu fortalecimento espiritual. É o fortalecimento de sua fé. É sua aproximação de Deus.

Uma explicação necessária: Estes momentos de leitura da Bíblia podem ser colocados dentro da Hora Tranqüila, que é sua hora de comunhão com Deus, mas pode também ser uma prática a mais em sua vida devocional diária. É um tempo mais breve. A Hora Tranqüila exige mais tempo, e inclui leitura de livros devocionais, além da Bíblia, mais tempo dedicado a oração, cânticos de louvor, meditação mais demorada, etc. Em regra geral, uma coisa não substitui a outra. Mas se completam. Neste novo plano você não precisa se preocupar em quanto tempo vai terminar a leitura da Bíblia toda. O importante é lê-la diariamente; uma porção cada dia, como era o maná do deserto: “A porção do dia para cada dia.

”E para este plano de leitura da Bíblia, use como lema as palavras do salmista: “Lâmpada para os meus pés é a Tua palavra e luz, para os meus caminhos” (Sal. 119:105).

Felizes os que buscam na Palavra de Deus, as forças para cada dia.

Pr. Tércio Sarli – Revista Adventista, Abril de 2003 – Hora Tranqüila - www.horatranquila.com.br


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Como Assassinar um Líder da Igreja


"Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas” Sal. 105:15

Nós, os pastores, não somos seres sobrenaturais, irrepreensíveis, perfeitos. Exercemos, no entanto, um ofício sagrado por escolha divina. Fomos ungidos para isso.

O pastor é um homem que escolheu sofrer com o povo de Deus, por isso Deus o tem em alta estima, e adverte:

"Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas” (Sal. 105:15).

Saul foi rejeitado por Deus no início do seu reinado e reinou por 40 anos. Davi respeitou a unção de Saul, mesmo diante do comportamento insensato deste.

Um líder deve ser respeitado, mesmo que não concordemos com suas atitudes ou decisões. Melhor seria ajudar, orar por ele, quando seu comportamento seja discutível. É esmagadora a carga que levamos, por isso devemos ajudar uns aos outros levá-la, e não torná-la ainda mais pesada.

Os Fariseus, líderes em Israel eram peritos em colocar obstáculos no trabalho de Jesus. Moisés desgastou-se com a murmuração de outros líderes e quase sucumbiu ao "stress". Paulo sofreu pressões tremendas e agressões morais, de "crentes" não convertidos, principalmente do famoso Alexandre, o latoeiro.

Satanás sabe que, se conseguir destruir e desanimar os líderes, terá destruído a Igreja. Serve-se de crentes carnais, não convertidos, para alvejar os condutores da igreja. Mas se alguém quer mesmo matar algum líder da igreja, segue algumas dicas:

1. Atire nele: Basta apenas manter a arma carregada e o dedo no gatilho. Esta arma‚ a língua, a crítica impiedosa. Melhor‚ atirar pelas costas. Falar mal dele quando não estiver por perto.

2. Envenenamento: Para isto basta apenas um pouco de hipocrisia. A lisonja, o elogio imerecido. Colocá-lo numa falsa moldura de apreciação. Ele pensará que é insubstituível e que a igreja não pode caminhar sem ele. É um meio lento de matá-lo, mas funciona.

3. Decapitação: Corte-lhe a cabeça, negando qualquer tipo de cooperação. Você já imaginou o que acontece com ele, se outros seguirem seu exemplo?

4. Esmagamento: Sobrecarregue-lhe. Deixe tudo por conta dele, não faça nada, afinal ele não foi eleito para isto?

5. Stress: Arranje bastante problema para ele. Crie situações irritantes para tirar-lhe o sono e a tranqüilidade.

Como você vê, há muitas maneiras de assassinar um líder. Entretanto a Bíblia manda respeitar os "ungidos do Senhor", e o Espírito de Profecia é taxativo: "Coisa alguma ofende tanto ao Senhor como um ato que prejudique os que Lhe estão fazendo o serviço”. 2TS, 381.

"Não critiqueis os que arcam com o peso da responsabilidade. Não sejam as vossas conversas envenenadas em vosso lar pela crítica aos obreiros do Senhor". 3TS, 172.

Entretanto, o texto mais impressionante da pena inspirada é este: "Acusar e criticar aqueles que Deus está usando, é acusar e criticar ao Senhor que os enviou". TM, 466.

A verdade é que todos que estiverem interessados em assassinar um líder estarão, ao mesmo tempo, desejando a destruição da Igreja.

Você já orou por algum colega de trabalho? Você já orou por algum líder hoje?


Respeito e Liberdade


Uma das marcas que caracterizam a Igreja Adventista do Sétimo Dia é sua permanente defesa da liberdade religiosa e de expressão. Levantamos essa bandeira não apenas pensando em defender nossos direitos de crer, pregar e viver nossa fé, mas porque entendemos que toda crença religiosa merece respeito e liberdade. Cada ser humano precisa ter o direito de se expressar, de ouvir diferentes pontos de vista sobre quaisquer temas, incluindo religiosos, e então tomar suas próprias decisões.

Mantemos viva essa visão porque ela é a própria expressão da vontade de Deus. Ele a confirmou ao dar ao ser humano a liberdade de escolher entre o bem e o mal. Tem sido assim desde o Éden. Deus respeita as decisões e expressões humanas, mesmo que imperfeitas ou manchadas pelo pecado. Se essa é a atitude de Deus, não deveria ser também a nossa?

Com frequência, essa atitude tem um preço muito alto. Muitas vezes, sofremos oposição de outros movimentos religiosos que creem diferentemente de nós. Mas essa é a natureza da liberdade de expressão. Mesmo que nos sintamos desconfortáveis, nós os respeitamos e entendemos que eles têm o direito de pensar de outro modo. Em outras situações, nos tornamos alvo do preconceito de meios de comunicação que não entendem nossa mensagem ou estilo de vida. É o preço da liberdade. Mas ele se torna administrável quando usado com respeito.

Em situações mais extremas, muitos de nossos membros sofrem penalidades, como a perda do emprego ou danos escolares e acadêmicos, por sua fidelidade ao sábado. Em tais circunstâncias, sempre lutamos por liberdade para exercer nossa fé sem tirar a liberdade dos outros nem obrigá-los a pensar como nós. Desse modo, demonstramos respeito pela diversidade, ao mesmo tempo em que destacamos a luta pela liberdade.

Temos posições teológicas diferentes das de outras denominações e nunca usamos nenhum meio que obrigue as pessoas a crer em nós ou mesmo a nos aceitar. Pregamos o evangelho bíblico, levando as pessoas à Bíblia e convidando-as a seguir as orientações sagradas juntamente conosco, por meio do batismo. Aceitamos tanto decisões positivas quanto negativas e nunca deixamos de nos relacionar com as pessoas e orar por elas, mesmo que não decidam se unir a nós. Aliás, os números indicam que, em média, de cada cinco pessoas que estudam a Bíblia conosco, apenas uma é batizada. Isso significa respeito pela opinião pessoal e liberdade de escolha.

 Nossas normas de procedimento estão descritas no Manual da Igreja e também nos regulamentos de nossa instituição. Apenas solicitamos àqueles que se unem voluntariamente a nós como membros ou servidores, que respeitem nossa visão bíblica, postura e estilo de vida. Por outro lado, não podemos aceitar imposições que nos obriguem a crer, aceitar, defender ou nos calar diante daquilo que entra em conflito com a Bíblia. Essas imposições anulam a liberdade de crença e a de expressão, o que constitui um direito pleno de qualquer cristão e cidadão. Atitudes dessa natureza nos sugerem o princípio de outras imposições de crença e religião, ou mesmo a retirada de liberdades. Não podemos apoiar movimentos assim. O conselho inspirado nos orienta a “lavrar o mais eficaz protesto contra medidas tendentes a restringir a liberdade de consciência” (Ellen G. White, Testemunhos Seletos, v. 2, p. 152).

domingo, 27 de novembro de 2011

COMO ORGANIZAR UMA SOCIEDADE JOVEM NA SUA IGREJA


Um dos grandes erros cometidos por líderes de jovens é imaginar que realizando o Culto JA semanalmente JA esta cumprindo satisfatoriamente o seu papel. A proposta do Ministério Jovem Adventista é criar um espaço para o jovem dentro das atividades da igreja, e ao mesmo tempo criar um espaço para Deus e a igreja nas atividades diárias da vida do jovem. O Culto JA é o ponto culminante, é o centro de convergência, é o momento da adoração, mas sozinho não cumpre o papel esperado do Ministério Jovem. É preciso pensar de forma mais abarcante.
Outro erro muito comum é fazer sozinho o trabalho com os jovens. “Ninguém colabora, há muitas panelinhas, há poucos jovens na igreja....” estas são as desculpas mais comuns para o trabalho estressante dos líderes solitários. Dentro da proposta de envolver os jovens, mais do que programas é preciso criar neles o desejo de participar. O programa deve ser um canal para isso, e não um simples cumprimento do módulo semanal da programação da igreja. Os jovens esperam que seus líderes, ao invés de pensar apenas no Culto JA, busquem, se necessário, opções de outros programas ou atividades que os envolvam.
Visando atender o jovem como um todo, criar envolvimento e oferecer bons programas, não há outra alternativa a não ser organizar a sociedade JA. E isso não é difícil. Acompanhe a cada um destes passos, desde a escolha da liderança, e você vai ver que é possível organizá-la em sua igreja, não importando a realidade. Veja só:
1º A comissão de nomeações da igreja elege a diretoria, formada por:
• Diretor(a)
• Diretor(es/as) Associado(os/as):
• Secretário(a)
• Conselheiro(a)
2º Esta diretoria escolhida reúne-se com o Pastor, Ancião JA e mais um grupo de jovens e escolhem:

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Logos, Bandeira e significados


Significado do logotipo JA
 Mundo – A mensagem do advento a todo o mundo nesta geração permanece o alvo constante dos jovens adventistas.

“E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas
as nações. Então virá o fim.” (Mat. 24:14)

Trombetas/Anjos – A tríplice mensagem angélica anunciadas ao mundo pelos Jovens Adventistas.

“Vi outro anjo … dizendo … Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; … Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia … Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora
a besta … e recebe a sua marca … também esse beberá do vinho da cólera de Deus …” (Apoc. 14:6-10).

Cruz – O sacrifício e amor pela humanidade é simbolizado na cruz de Jesus.

“Olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus.” (Heb. 12:2).

JA – Jovens Adventistas, derivando sua espiritualidade de Jesus, partilhando sua fé no companheirismo com outros.

“Com tal exército de obreiros como o que poderia fornecer a nossa juventude devidamente preparada, quão depressa a mensagem de um Salvador crucificado, ressuscitado e prestes a vir poderia ser levada ao mundo todo!” (Mensagens aos Jovens, pág. 196).

 Significado da Bandeira J.A.


Branco – Pureza de vida na conduta, linguagem e relacionamento com os outros, refletindo os ideais do Salvador para com Seus filhos.

“Ninguém despreze a tua mocidade; pelo contrário, torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza.” (I Tim. 4:12)

Vermelho – A redenção através da vida de Cristo entregue em nosso favor na cruz do Calvário.

Amarelo – Excelência espiritual do caráter derivada do viver de Cristo na pessoa.

“Mas ele sabe o meu caminho; se ele me provasse, sairia eu como o ouro.” (Jó 23:10).

Azul – Lealdade ao Senhor com uma confiança e fidelidade consistente que produz e demonstra segurança e triunfo ao encontrar a vida e seu refúgio em Cristo.

“Graças, porém, a Deus que em Cristo sempre nos conduz em triunfo, e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento” (II Cor. 2:14).

Fonte: Ministério Jovem da DSA

Podemos Crer na Bíblia?


Os famosos amotinados que afundaram o navio inglês Bounty acabaram se envolvendo com mulheres nativas na solitária ilha de Pitcairn, no Sul do Pacífico. O grupo se constituía de nove marinheiros ingleses, seis homens e dez mulheres provenientes do Taiti, e uma garota de quinze anos. Um dos marinheiros descobriu como destilar álcool, e logo a bebedeira corrompeu a colônia da ilha. Em disputas entre si, os homens e as mulheres daquele lugar se envolveram em lutas muito violentas.

Depois de algum tempo, apenas um dos marinheiros originais que chegaram até a ilha sobreviveu. Esse homem, Alexandre Smith, descobriu uma Bíblia num dos baús provenientes do navio. Ele começou a lê-la e ensinou aos outros o que estava contido ali. Ao fazer isso, sua própria vida foi transformada, e acabou modificando a vida de todos naquela ilha.

Os habitantes daquela ilha ficaram completamente isolados do mundo exterior até a chegada do navio americano Topaz, em 1808. A tripulação desse navio encontrou na ilha uma comunidade muito próspera e bem sucedida, sem presença de uísque, prisão, ou crime. A Bíblia transformou a ilha de um inferno num céu, exemplificando o que Deus queria que o mundo fosse. E assim continua até hoje.

Será que Deus ainda fala às pessoas através das páginas da Bíblia? Ele certamente o faz. Enquanto escrevo isso, estou olhando para uma folha de respostas enviada a nós por um aluno de um dos nossos cursos bíblicos postais. Um recado escrito ao final diz: “Estou na prisão, no corredor da morte, sentenciado a morrer por um crime que cometi. Antes de começar a estudar a Bíblia, eu estava perdido. Mas agora, eu tenho algo a esperar do futuro, e encontrei um novo amor”.

A Bíblia possui um poder que pode verdadeiramente transformar a vida das pessoas. Quando as pessoas sinceramente começam a estudar a Bíblia, as vidas são inevitavelmente transformadas.
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